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domingo, 9 de setembro de 2012

Diretora de Operações - Copart


Desde maio deste ano, tomei a decisão de continuar na indústria automotiva. E estou realmente adorando tudo isto.

Porém, ao invés de gerenciar a cadeia de suprimentos de indústrias de autopeças ou montadoras, gerencio a cadeia de suprimentos de carros.

Sim, carros.

A Copart é empresa americana líder mundial no ramo de leilões de carros.

E estamos chegando no Brasil agora.

Amo muito tudo isto !

Dora Machado

quarta-feira, 28 de março de 2012

Fazer o que se gosta ?

Pessoas,
sempre falo em minhas aulas: "Logística, ou você ama, ou você odeia".

Como o texto abaixo fala, também fazemos coisas "chatas" às vezes. Mas fazer bem feito é o segredo para ser lembrado sempre. E bem lembrado.

Além de se sentir bem, é claro.

Abraços e boa leitura
Dora Machado

http://www.kanitz.com/veja/fazer.asp

A escolha de uma profissão é o primeiro calvário de todo adolescente. Muitos tios, pais e orientadores vocacionais acabam recomendando "fazer o que se gosta", um conselho confuso e equivocado.
Empresas pagam a profissionais para fazer o que a comunidade acha importante ser feito, não aquilo que os funcionários gostariam de fazer, que normalmente é jogar futebol, ler um livro ou tomar chope na praia.
Seria um mundo perfeito se as coisas que queremos fazer coincidissem exatamente com o que a sociedade acha importante ser feito. Mas, aí, quem tiraria o lixo, algo necessário, mas que ninguém quer fazer?
Muitos jovens sonham trabalhar no terceiro setor porque é o que gostariam de fazer. Toda semana recebo jovens que querem trabalhar em minha consultoria num projeto social. "Quero ajudar os outros, não quero participar desse capitalismo selvagem." Nesses casos, peço que deixem comigo os sapatos e as meias e voltem para conversar em uma semana.
É uma arrogância intelectual que se ensina nas universidades brasileiras e um insulto aos sapateiros e aos trabalhadores dizer que eles não ajudam os outros. A maioria das pessoas que ajudam os outros o faz de graça.
As coisas que realmente gosto de fazer, como jogar tênis, velejar e organizar o Prêmio Bem Eficiente, eu faço de graça. O "ócio criativo", o sonho brasileiro de receber um salário para "fazer o que se gosta", somente é alcançado por alguns professores felizardos de filosofia que podem ler o que gostam em tempo integral.
O que seria de nós se ninguém produzisse sapatos e meias, só porque alguns membros da sociedade só querem "fazer o que gostam"? Pediatras e obstetras atendem às 2 da manhã. Médicos e enfermeiras atendem aos sábados e domingos não porque gostam, mas porque isso tem de ser feito.
Empresas, hospitais, entidades beneficentes estão aí para fazer o que é preciso ser feito, aos sábados, domingos e feriados. Eu respeito muito mais os altruístas que fazem aquilo que tem de ser feito do que os egoístas que só querem "fazer o que gostam".
Então teremos de trabalhar em algo que odiamos, condenados a uma vida profissional chata e opressiva? Existe um final feliz. A saída para esse dilema é aprender a gostar do que você faz. E isso é mais fácil do que se pensa. Basta fazer seu trabalho com esmero, bem feito. Curta o prazer da excelência, o prazer estético da qualidade e da perfeição.
Aliás, isso não é um conselho simplesmente profissional, é um conselho de vida. Se algo vale a pena ser feito na vida, vale a pena ser bem feito. Viva com esse objetivo. Você poderá não ficar rico, mas será feliz. Provavelmente, nada lhe faltará, porque se paga melhor àqueles que fazem o trabalho bem feito do que àqueles que fazem o mínimo necessário.
Se quiser procurar algo, descubra suas habilidades naturais, que permitirão que realize seu trabalho com distinção e o colocarão à frente dos demais. Muitos profissionais odeiam o que fazem porque não se prepararam adequadamente, não estudaram o suficiente, não sabem fazer aquilo que gostam, e aí odeiam o que fazem mal feito.
Sempre fui um perfeccionista. Fiz muitas coisas chatas na vida, mas sempre fiz questão de fazê-las bem feitas. Sou até criticado por isso, porque demoro demais, vivo brigando com quem é incompetente, reescrevo estes artigos umas quarenta vezes para o desespero de meus editores, sou superexigente comigo e com os outros.
Hoje, percebo que foi esse perfeccionismo que me permitiu sobreviver à chatice da vida, que me fez gostar das coisas chatas que tenho de fazer.
Se você não gosta de seu trabalho, tente fazê-lo bem feito. Seja o melhor em sua área, destaque-se pela precisão. Você será aplaudido, valorizado, procurado, e outras portas se abrirão. Começará a ser até criativo, inventando coisa nova, e isso é um raro prazer.
Faça seu trabalho mal feito e você odiará o que faz, odiando a sua empresa, seu patrão, seus colegas, seu país e a si mesmo.
Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)
Editora Abril, Revista Veja, edição 1881, ano 37, nº 47, 24 de novembro de 2004, página 22

domingo, 11 de março de 2012

Palestra Dora Machado na FAAP

Pessoal, é hoje minha palestra na FAAP sobre Os Desafios da Cadeia de Suprimentos de um novo Brasil. Não há mais vagas. Quem não conseguiu se inscrever, só na próxima :-). Abraços e obrigada pelo carinho de quase 300 pessoas inscritas. Abraços
Dora Machado

 http://doramachadologistics.blogspot.com/2012/03/palestra-de-dora-machado-na-faap-dia.html

quinta-feira, 1 de março de 2012

Palestra de Dora Machado na FAAP, dia 12/03, segunda-feira, 19h30

Pessoal venham me dar o prazer da presença de vocês, que irão aproveitar e se atualizar sobre o importante e atual tema que é a logística de nosso novo Brasil:

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Time Fence (período de congelamento)

 
 
 
Time fence
 
Dúvida de um aluno:
 
É o período de congelamento. Ou seja, um horizonte firme definido para que não se mexa na programação. Há empresas que firmam um período de planejamento. Veja abaixo a explicação do Correa (http://www.scielo.br/pdf/prod/v16n1/a06v16n1.pdf).  O MPS fica congelado. Por exemplo para casos onde não é mais possível solicitar embarques aéreos devido ao transit time, usa-se o "time fence". Ou seja, congela-se um período para que as ordens não entrem mais, pois se entrarem no MPS não há tempo disponível para realizar o embarque. Espero ter ajudado.
Abraços - Dora Machado
 
i)
Período de “congelamento” (time fence) do MPS:
O período de congelamento ou
Correa
predefinida por parametrização, a partir do tempo presente,
dentro do qual o controle sobre todas as ordens é
tirado do sistema computacional e assumido pelo programador.
Em outras palavras, neste período as ordens não
são alteradas pelo sistema, pois entende-se que as alterações
não são viáveis ou então os custos da mudança são maiores
que os custos de não mudar; portanto, a adoção de um
período de congelamento é vital para se conseguir estabilidade
no sistema MRP. Na empresa inexistia um intervalo de
tempo para o qual o MPS é mantido congelado.
time fence é definido poret al. (2001) como o período, com duração

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Melhor livro que estou lendo no momento

Pessoas, para quem me conhece um pouco, sabe que adoro ler. Tenho normalmente um livro na sala, um no meu quarto, um no banheiro e outro no meu carro rs.

E o mais importante: termino todos :-)

O melhor que estou lendo e "super" recomendo é o "Descubra seus pontos fortes" do Marcus Buckingham e Donald Clifton (como disse um querido aluno meu da FAAP: Baquinrã kkkk).

Os autores falam sobre 34 talentos que o ser humano tem, após pesquisa com milhares de pessoas no mundo. Relatam eles que você tem predominantemente 5 e o mais legal é que o livro vem com uma "raspadinha" que você raspa e vai até o site deles após o 3o capítulo (não pule etapas kk), descobrindo as suas.

Diferentemente do que muitas empresas e gestores falam sobre investir em trabalhar os pontos fracos das pessoas, o livro fala em praticamente esquecer os pontos fracos, mas reforçar e trabalhar sim os pontos fortes. Para o que eu valido e assino.


Beijos e boa leitura
Dora Machado

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Lean

Compartilhando texto interessante sobre LEAN (Por Marco Guapo)


A nova edição da revista MundoLogística já está disponível em bancas e assinaturas e traz como tema de capa: Logística e Cadeia de Suprimentos LEAN

Desde sua criação, logo após a Segunda Guerra Mundial, o Lean Manufacturing tem sido utilizado com muito sucesso por seus criadores e posteriormente por empresas dos mais diversos segmentos. A logística e cadeia de suprimentos também se valeram dos seus conceitos para evoluir - e foi isso que aconteceu. Nesta edição 3 artigos tratam do tema - logística lean, cadeia de suprimentos lean e, o último, um Case de aplicação de uma cadeia de suprimentos lean.

A edição também traz especialmente uma matéria sobre a Logística Farmacêutica, a expansão do setor e o mercado para a Logística.

Ainda acompanham a edição artigos sobre: APS, marketing e logística, SCOR, gestão estratégica de estoques, segurança na cadeia portuária, trade-off e muito mais.

Para mais detalhes acesse o portal da revista:
http://www.mundologistica.com.br/